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domingo, 25 de maio de 2014

Viagens Espaciais


A nave Enterprise do filme Jornada nas Estrelas


A VELOCIDADE DA LUZ É O LIMITE

À noite, quando acendemos a luz de um quarto, temos a impressão de que essa luz chega instantaneamente em todos os pontos do quarto e à nossa vista. Isso porque a velocidade da luz é muito grande (300.000 km/s). A luz gasta frações de décimos de milionésimos de segundo para sair da lâmpada, refletir na parede e chegar às nossas vistas. A sua velocidade é tão grande que, para percorrer os 150 milhões de quilômetros que separam a Terra do Sol, a luz gasta apenas 8 minutos; 4,2 anos para percorrer os quase 40 trilhões de quilômetros que nos separam de Próxima Centauro, a estrela mais próxima do Sol, e 100 mil anos para atravessar a nossa galáxia de ponta a ponta.

Lançamento de um foguete



Lançar um foguete significa ligar uma fogueira superpotente, capaz de impulsioná-lo ao espaço até atingir uma altitude predeterminada e, chegando lá, colocar um satélite ou uma sonda de pesquisa em órbita. A viagem não é tão longa: as órbitas mais baixas estão a apenas 200 km de altura. Daria para chegar lá em duas horas de carro - não fosse, claro, por um detalhe: a gravidade, a força que o planeta exerce sobre objetos que queiram deixá-lo, algo como um poderoso puxão para baixo. Como não dá para pegar uma estrada, o jeito é gastar uns 10 milhões de dólares para montar um foguete. Toda essa grana é queimada em no máximo nove minutos, tempo decorrido entre o lançamento na base e a colocação do satélite em órbita. Mas, nesse caso, parece que torrar dinheiro vale a pena. Todo ano, centenas de foguetes são lançados ao espaço com missões variadas, num mercado que movimenta pelo menos 25 bilhões de dólares por ano. O Brasil fez o seu foguete, o Veículo Lançador de Satélites (VLS), para pegar uma fatia desse mercado. Os detalhes do foguete brazuca, que realizou sua primeira missão em 1997, você vê ao lado.

Horta-espacial

Equipamento projetado para plantio no espaço.
Ir para o espaço? Para quê? Comer comida desidratada e aquelas pastas ruins... Mas isto está para mudar. Na ISS (International Space Station) já está em fase de testes um tipo de "horta espacial". A gravidade e as condições do ar lá são mínimas, ou seja, apenas obstáculos para as plantinhas. Mas aparentemente o sistema está funcionando.




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